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quinta-feira, 26 de maio de 2011

City and Colour - Comin' home

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Estava separando umas músicas para passar para o Oliver e então me lembrei de quantas músicas tenho e não ouço mais, uma delas é esta do City and Colour (Dallas Green), que eu acho sensacionalmente linda e foi indicação de um amigo, que há tempos não falo, que é carioca e atualmente mora na Bahia. Deliciem-se com os acordes (ou não):

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terça-feira, 3 de maio de 2011

Colocar pra fora

Tem certas coisas que eu não sei dizer.
Nelson Motta
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Não sei bem em que momento que as coisas saíram de vez do meu controle. Ou em que momento eu percebi que eu não tinha, de fato, controle sobre elas, como, por exemplo, minhas emoções e lembranças. Sabe, acho que sempre fui muito ingênua. A faculdade está mudando um pouco isso. Mas quando eu era menor, em todos os sentidos, eu não entendia como determinadas coisas e situações poderiam determinar o que você pensa, sente e faz ao longo da sua vida. Durante os meus 21 anos de vida, acho que foram poucos os momentos nos quais eu realmente senti que tinha o controle da situação, um deles é no estágio. Não sei por qual razão, mas o meu ambiente de trabalho me passa muita segurança. Segurança esta que por vezes eu não encontro em casa e nem na faculdade. 
Dois anos atrás, no início da primeira aula de terça-feira, eu estava sozinha na sala de aula, esperando o resto do pessoal da minha sala chegar para a aula, e eu estava muito estranha, não sabia bem o que estava acontecendo. Só sabia que não me sentia bem. Lembro bem que uma amiga minha chegou como em qualquer dia e me perguntou: 'tudo bem Mé?' e eu, pela primeira vez na vida disse: 'não'. Aquilo me fez chorar tanto que eu não tinha mais controle sobre as lágrimas que escorriam. Eu estava realmente muito mal. Liguei pra minha mãe, e aos prantos disse que não estava bem e que precisava de ajuda. Ela ligou para uma psicólogo conhecida dela e no mesmo dia fui para uma consulta. No começo, eu imaginava de verdade que pudesse melhorar. Mas, como sou um tanto cética quanto algumas coisas, fui notando falhas no tratamento, entre outras coisas, como o fato dela esquecer que tinha marcado atendimento comigo e então não apareceu. Isso aconteceu três vezes. E então chegou um ponto que aquilo não estava mais me fazendo bem.
Eu sei que eu devia ter tentado outra vez, talvez ter tentado outra coisa, porque no fundo eu sei que eu não melhorei. Continuo uma pessoa extremamente ansiosa. Continuo com medo de mil coisas. E o que mais me dá medo na verdade são as relações humanas, pois são imprevisíveis. Pra minha sorte, Deus ou qualquer outro ser espiritual, colocou amigos incríveis na minha vida que eu sei que posso contar. Mesmo assim, ainda sinto um vazio aqui dentro que eu não sei explicar. Mas que eu sei que só eu posso resolver. É minha responsabilidade, mas sinceramente, não aguento mais tanta responsabilidade na minha vida. É sério. Acho que é isso que me tira do sério.
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

'A verdade pode ser insuportável'

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E você não consegue assumir o que é real. Você cria um mundo todo novo por que? Tem medo do que? Você cria um mundo de fantasias, porque tem medo de assumir o que realmente sente. E sabe, eu entendo você, a verdade pode ser insuportável. E nem sempre sabemos lidar com ela. Hoje eu sei que a verdade pra mim é que eu não sei mais o que fazer com tudo o que acontece aqui dentro, e grande parte da culpa é sua. É sua porque fica mexendo com a minha cabeça. Fala besteiras, coloca apelidos em mim, me enche de vídeos que você sabe que eu não vou gostar, quando vê qualquer coisa que eu escrevo aproveita a deixa pra comentar alguma coisa, por que faz isso comigo? Descobri que amor, carinho pode vir até da provocação, sabia disso? Pois é, verdade.
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terça-feira, 8 de março de 2011

Desafio: descreva Curitiba a sua maneira

Pseudônimo: Merini
Cidade natal: Campinas-SP
Idade: 21 anos
Quanto tempo mora em Curitiba: 20 anos e 6 meses.
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Curitiba é a cidade das minhas raízes, dos meus melhores amigos, dos meus grandes e pequenos momentos, dos meus risos, dos meus choros e dos meus cantos. Curitiba é a cidade que tenho preservada como uma grande cidade, que apesar de alguns defeitos e problemas (assim como acontece com as pessoas) você aprende a gostar e respeitar e passa a dar valor ao que encontra aqui. Apesar do que dizem que curitibano é gente fria e sem coração. Eu acho que aqui tem muito calor sim, porque se não eu não me sentiria tão bem perto das pessoas que conheci aqui. Acredito que Curitiba é responsável por uma grande parte da minha formação cívica (não só a cidade em si, mas os colégios nos quais estudei). Aprendi a separar o lixo, não jogar lixo na rua e procurar, de alguma forma ou de outra, fazer a minha parte para manter a cidade limpa. Curitiba é a cidade que tem as quatro estações do ano em apenas um dia. E a gente pode bater perna, reclamar, gritar pra todo mundo que odeia tudo isso, mas quando sai de Curitiba e conhece outra realidade ou outro clima logo pensa: "queria tanto aquele friozinho de Curitiba" (mesmo que o friozinho só tenha vindo a noite, ou bem na hora que você levantou para trabalhar). Acho que estou me prolongando demais aqui. Mas é que é tão difícil de descrever algo tão grande, não só em extensão territorial, mas também em significados. Hoje, minha prima e eu, saímos para fazer o passeio da Linha Turismo da cidade. Pegamos o ônibus às 9 e meia da manhã e seguimos aos pontos turísticos da capital. Visitamos a Ópera de Arame, o Parque Tanguá e a Torre das Mercês, além de rodarmos por todo o circuito que a Linha oferece. E foi simplesmente encantador, visitar bairros por vezes inacessíveis (a quem mora muito longe) e conhecer coisas novas, ter novas visões da cidade. Quando saíamos do parque Tanguá e passeávamos pela região era possível ver a cidade de longe, como se estivéssemos em um mirante e era lindo observar ao fundo a Serra do Mar. E quando chegamos a Torre foi simplesmente fabuloso enxergar a capital em seus 360º. Não tenho palavras. Só indo até para saber como é. Sabe, eu adoro essa cidade, suas cores (às vezes um tanto cobertas pelo cinza do céu ou o branco da neblina), sua gente, suas histórias, as luzes durante a noite. Mas acima de tudo, aprendi a amar essa cidade porque foi nela que criei verdadeiros laços.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Dia 26 — Sobre o que não gosta de falar

Prefiro muito mais dividir aquilo que me perturba do que trancafiar tudo no calabouço das minhas entranhas. Portanto, a questão não é o assunto em si, mas sim com quem dividí-lo. Consideras-te um merecedor? =)

Dia 26 — Sobre o que não gosta de falar

"Há muitas coisas em seu coração que você nunca deve contar a ninguém. 
Seria baratear o seu íntimo, sair espalhando-as por aí".
Greta Garbo 
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No meio de uma reunião com os amigos, aqui em casa, minha mãe me olha e diz: "menina, como você fala". Será que isso responde a questão? Não. Então tá. Eu adoro falar. E não tenho problemas para falar sobre nada. E acho que a maioria das pessoas que me conhecem sabe disso. Falar sobre política, meio ambiente, sentimentos, cinema, fofocas. Sem problemas. Agora, não gostar de falar sobre algo e sair falando sobre tudo a todo momento são coisas diferentes. Eu só procuro não sair espalhando certos detalhes da minha vida por aí. Acho que a questão é conversar sobre aquilo que você sente vontade com quem você se sente a vontade. Se quiser me fazer uma pergunta, faça. Se não me sentir confortável para respondê-la, o máximo que irei dizer é: 'fica pra próxima'. 
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PS: não gosto de falar a respeito de minhas escolhas.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dia 06 — Qualquer coisa que goste

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Eu gosto de brigadeiro de panela, de batata suíça, de caminhadas tarde da noite. Eu gosto de filmes, teatro, parques e piquenique. Eu gosto dos amigos reunidos no quarto, no escuro, conversando até as cinco da manhã. Eu gosto mesmo é do gosto bom da amizade.
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sábado, 15 de janeiro de 2011

Amizade...

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Se bons amigos você tem,
não se preocupe.
A vida se encarregará de te trazer coisas boas.
E se isso não acontecer...
pode apostar que vai ter sempre alguém do seu lado pra te ajudar.
Portanto, não reclame, pois através de seus amigos
a vida lhe sorri.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Been in love



Às vezes vem. E eu sei que você ai que esta lendo, sim, você mesmo, sabe quando vem. Em um momento tudo está normal, e então, do nada parece que alguém ligou o brilho do mundo no máximo e tudo esta diferente.
Maldito mundo de clichês!” Mas não adianta mais. Você vê que não esta mais dormindo. E o maior dos clichês do mundo te atinge em cheio. O sonho agora é real.
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domingo, 1 de agosto de 2010

O primeiro

Boa noite!




O nosso objetivo com esse blogue é apenas sonhar e dividir os nossos sonhos com vocês leitores. Espero que gostem de sonhar!
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