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segunda-feira, 11 de junho de 2012

e se...

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o msn tivesse uma secretária eletrônica?

Oi. A pessoa com quem você gostaria de falar no momento encontra-se ausente (como pode ser visto no seu nick): ela pode estar falando ao telefone, com a mãe, com o irmão, com o pai, com o cachorro, ela pode ter ido até a cozinha, pode ter ido até o banheiro, ela pode estar não querendo falar com você. Deixe seu recado que ela entra em contato (se quiser).
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Declarações interessantes

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Saindo um pouco da rotina, para o blog não ficar abandonado e os nossos poucos e maravilhosos leitores sumirem daqui, resolvi fazer esse post e aproveitar para fazê-los uma pergunta: como você lidaria com pedidos de casamento, noivado, namoro tão inusitados? Você teria coragem de fazer um? Você gostaria de receber alguma dessas declarações? Respondendo a esta questão, eu acredito que morreria de vergonha. Acho lindo, mas eu não sei se consigo ser o centro das atenções. E vocês? Afinal, nem sempre a resposta pode ser aquela que esperamos.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Day 07 .:. A song that reminds you of a certain event

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Quando eu li que devia escolher uma música que lembrasse determinado evento eu só consegui lembrar dos eventos do CTCOM (Curso Superior de Tecnologia em Comunicação Institucional). 
No nosso primeiro período da faculdade, preparamos o COEM (Evento de Comunicação Empresarial). No segundo, para a disciplina de Cerimonial e Protocolo de Eventos, organizamos o ENCOM (Encontro de Comunicação) e daí, precisamos, de fato, organizar um evento. Captamos recursos, definimos cerimonial, encontramos palestrantes e divulgamos amplamente o evento. Conseguimos lotar o miniauditório. O evento era o nosso 'menina dos olhos'. 
No quinto período, realizamos o Sentidos da Comunicação, que, além de documentários e curtas, contou com o lançamento do livro da turma (Os desfigurados). 
E, depois de cada evento que finalizávamos, encerrávamos cantando essa incrível música que nos marca até hoje. Acho digno que a homenagem musical de hoje seja para a minha turma 08/02 do CTCOM, com quem dividi três anos incríveis.
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

06. a song that reminds you of somewhere

dale a tu cuerpo alegria macarena
que tu cuerpo es pa' darle alegria y cosa buena
dale a tu cuerpo alegria, macarena
heeeey macarena!



Porque o ELEA Brasília não teria sido a mesma coisa sem a Macarena tocando direto 20h por dia. <3

Day 06 .:. A song that reminds you of somewhere

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Minha prima e eu durante a flutuação no Rio da Prata - Jardim-MS

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Provavelmente vocês irão rir da música que escolhi para o dia de hoje. É que infelizmente, não tem como eu ouvir essa música e não lembrar de Bonito-MS. Em 2008, meu irmão, eu, meus tios e minha prima viajamos para Bonito no Mato Grosso do Sul para passarmos o início do ano por lá. Saímos de Curitiba com um carro e chegamos em Bonito com outro. Não entendeu? No meio do caminho - mais precisamente no pedágio de Laranjeiras do Sul - o jipe do meu tio estragou - mais precisamente, o cabeçote do carro. Para quem não conhece a cidade, favor olhar no Google. Se na capital o meu tio não encontrava a peça, imagine em Laranjeiras. Precisamos pegar um guincho, deixar o carro numa borracharia e decidir, ir para Bonito ou não. Pois é, a solução foi pegar um táxi - sim, um táxi para cinco pessoas chegarem a Cascavel, pelo menos para dormir. Saímos da cidade por volta das dez horas da noite - sendo que estávamos desde às  seis da tarde na borracharia - e chegamos perto da meia-noite em Cascavel. Posamos lá e no dia seguinte alugamos um sedan para irmos para Bonito. Bom, depois de toda essa descrição você deve estar se perguntando, onde entra a música no meio de tudo isso? Pois bem. Como pegamos um carro alugado, o rádio do carro não era nosso e não tínhamos nenhum CD conosco. Viajamos de Cascavel até Bonito sem música. Mas quando chegamos lá, demos um jeito no quesito música. Enquanto almoçávamos em um restaurante típico da região, um grupo de Bolivianos - Los Três Divinos - tocavam no local. Ao final da apresentação, o produtor deles nos ofereceu o CD por dez reais. Meu tio, sempre muito simpático, comprou. E adivinhem, essa música era a única que conhecíamos, logo, foi a música que ouvimos boa parte da viagem de carro.
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PS: o vídeo postado aqui não é da banda que tocava no restaurante em Bonito, mas é o ritmo que mais se aproxima do cd que compramos.

terça-feira, 1 de março de 2011

Dia 27 — O que te inspira

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O meu ponto de inspiração tende a ser a vida: suas alegrias, suas tristezas, suas paixões, suas músicas, seus filmes, o tédio, grandes acontecimentos, pequenos momentos. Tento não me limitar a apenas uma inspiração. Como diria o grande Caio Fernando Abreu: "o que tiver mais coração eu sigo". Aquilo que for mais verdadeiro, mesmo que pareça nada, vale um grande texto.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Dia 25 — Seu dia em detalhes

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Vamos pontuar de que forma eu vi a questão do meu dia em detalhes.

Se for para contar o que eu faço, diariamente, desde que o ano começou, posso resumir em: acordar, comer, ir para o estágio (quando eu tinha um), voltar para casa, comer, ficar na frente do computador e dormir.

Se enxergarmos a pergunta como algo que peça para eu explicar o meu dia de hoje então ele seria algo como:
- Acordar;
- Tomar café;
- Começar a fazer faxina na casa: lavar o banheiro, passar pano na casa, lavar umas roupas, lavar a louça e varrer outra parte da casa;
- Almoçar;
- Vir para o computador;
- Esperar os amigos;
- Dizer para eles que estávamos morrendo de fome (Maribini e eu) e que queríamos que eles chegassem logo;
- Recebê-los em casa;
- Ir ao mercado;
- Jantar;
- Jogar UNO;
- Ter um quádruplo +4 no UNO (sim, 16 cartas para comprar);
- Tomar sorvete;
- Assistir 'A nova onda do imperador' e 'Mary and Max'
- Twittar;
- Vir aqui escrever o post de hoje que está algumas horas atrasado;
- E logo logo dormir.

Vai dizer que o dia de hoje não é muito mais legal de contar.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Dia 10 — Algo que você fez na infância e da qual você se recorda bem

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Ferindo corações desde os sete anos de idade. Brincadeirinha. Convenhamos. Sete anos é uma idade tensa. Tinha acabado de mudar de colégio. Saí de uma escolinha de bairro para uma escola dez vezes maior. Em todos os sentidos. E me sentia muito, mas muito perdida. Depois de algum tempo na primeira série A tinha feito amigos e não me sentia mais tão deslocada. Na época, quando a aula acabava descíamos em fila para o pátio, onde aguardávamos a chegada de nossos pais. Lembro-me de estar no último lugar da fila das meninas (sempre fui a mais alta da turma, pelo menos até o ensino médio) e um garoto também o mais alto do lado dos meninos, mais baixo do que eu, olhou pra mim e disse: "Quer casar comigo?" Olhei pra ele muito assustada. Dificilmente conversávamos e ele sempre arranjava algum motivo pra brigar comigo ou me incomodar - depois de um tempo a gente vê que as coisas são sempre contraditórias, mas, voltando ao evento - fiquei encarando ele sem entender e disse "Não"- a última coisa que a gente pensa quando é pequena é em casamento. E a única coisa de que me lembro depois disso tudo foi de ver a minha mãe correndo para ver como eu estava no pé da escada. Sim, ele havia me empurrado. Bom, não sei se respondi de fato a questão do desafio. Minha única atitude no evento foi ter dito não. Talvez se eu tivesse dito que iria pensar as coisas tivessem sido diferentes. Hoje, analisando essa pequena história, a gente vê como é difícil aceitar não's durante a vida... e isso independe da idade.
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